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TCU aposta no blockchain para diminuir corrupção

TCU aposta no blockchain para diminuir corrupção

A versatilidade da tecnologia blockchain está sendo amplamente discutida e aplicada em todo o mundo. Para os governos, a ferramenta pode ser utilizada para minimizar os índices de corrupção em órgãos públicos e levar mais segurança às informações do Estado.

 

No Brasil, a ideia já vem sendo estudada há algum tempo. Agora, o Tribunal de Contas da União (TCU) quer abrir uma discussão sobre a utilização do blockchain em mais de 11 entidades, considerando sua adoção, riscos e fatores críticos de sucesso.

 

Entre as beneficiárias do projeto estão: Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac); Banco Central do Brasil (BCB); Banco do Brasil; Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); Caixa Econômica Federal (CEF); Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev); Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (Inti); Petróleo Brasileiro S.A.; Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB); Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital; e Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

 

Além desses órgãos, o TCU também enviou o conteúdo da discussão do blockchain para a Câmara dos Deputados, Senado Federal e Casa Civil da Presidência da República. Pouco depois, o Ministério da Saúde também foi incluído no programa. Enquanto isso, a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital (SEDGG) do Ministério da Economia, a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais e o Conselho Nacional do Ministério Público farão estudos internos.

 

“A necessidade de incluir medidas anticorrupção e pró-transparência, ainda na fase de desenho da solução blockchain pretendida, considerando o potencial da tecnologia para favorecer a abertura de dados e reduzir fraudes e desvios”, comenta o Tribunal de Contas da União na solicitação dos estudos.

 

Com a aplicação do blockchain, o TCU entende que o blockchain é uma oportunidade para levar mais transparência e minimizar fraudes e outras corrupções em órgãos públicos.

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