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Corrida aos bancos pode quebrar a China

Corrida aos bancos pode quebrar a China

A pandemia do novo coronavírus causou muitas doenças, mortes e problemas financeiros incalculáveis a muitos países. Na China, o primeiro epicentro do COVID-19, as pessoas ficaram presas em suas casas por meses. Depois de um período de calmaria, novos casos do vírus começaram a aparecer e o receio e uma segunda onda vem atormentando a população.

 

Esse medo de uma nova paralisação está fazendo os chineses a correrem para os Bancos e sacarem uma grande quantia de dinheiro. O objetivo é que, caso uma nova quarentena seja estipulada pelas autoridades, as pessoas conseguiriam continuar tendo acesso ao seu dinheiro.

 

Porém, a pressa para sacar o dinheiro dos bancos está preocupando o governo. No sistema bancário, existe as reservas fracionárias. Isso permite que a instituição financeira empreste mais valores do que os saldos depositados. Assim, caso todos retirem os montantes dos bancos, um colapso financeiro gigantesco pode atingir o país, já que os últimos não teriam acesso ao dinheiro por falta de caixa.

 

O Estado, então, determinou um “plano de aplicação para aprovar quem fará grandes depósitos ou saques em bancos comerciais”. Nessa medida, os residentes chineses devem ter uma autorização do governo para sacar valores acima de 100 mil yuanes (R$ 76 mil), e empresas mais de 500 mil yuanes (R$ 383 mil).

 

Com a restrição imposta pelo governo, os chineses passam a ter limitações de acesso ao seu próprio dinheiro. Em uma perspectiva de criptomoedas descentralizadas, como o Bitcoin, isso nunca aconteceria.

 

O Blockchain permite um sistema totalmente transparente, verificável, imutável e sem intermediações de terceiros. Com isso, a rede de informações garante a que a todos terão acesso à suas moedas e na quantia exata. Além disso, foi emitida uma quantidade finita do ativo, sendo impossível novas unidades serem disponibilizadas. Com isso, não há chance do Bitcoin ou outra altcoin serem inflacionados ou ficarem frágeis.

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