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Cresce o número de carteiras de Bitcoin no mundo

Cresce o número de carteiras de Bitcoin no mundo

Embora o Bitcoin tenha sido lançado ao público lá em 2010, foi em 2015 que a criptomoeda passou a ter um interesse mais intenso das pessoas e, em 2016, o ativo ganhou um destaque mundial e a corrida para ter, nem que fosse uma fração dessa coisa linda, foi iniciada.

 

Enquanto muitos compram o Bitcoin para fazer negociações, como compra e venda, outra boa parte segue adquirindo o ativo digital para guardar e usar no futuro. Essa prática, que lembra até certo ponto uma poupança, é conhecida no mundo cripto como HODL – ou hold (segurar), se um internauta, adepto da criptomoeda, não estivesse muito exaltado no dia que escreveu a palavra.

 

Essa tendência de interesse no HODL vem aumentando bastante a cada ano, como mostram os dados da empresa especializada no setor, GlassNode. Ao analisar as milhões de carteiras digitais mundo afora, o levantamento mostra que wallets com mais de uma unidade inteira de Bitcoin chegou a 820 mil, sua máxima desde 2010.

 

O crescimento desse número de compradores de Bitcoin está em ampla expansão e pensar em 1 milhão de endereços com essa quantia da criptomoeda é algo bastante possível ainda para 2020.

 

A GlassNode destaca dois eventos principais para esse tipo de adoção do Bitcoin, pelo menos neste ano. O primeiro deles foi a euforia das pessoas com o halving da criptomoeda, que ocorreu em maio. A expectativa era de uma mudança de patamar bastante significativa no setor, e criou um movimento chamado FOMO, que basicamente seria traduzido por uma compra rápida pelo medo de perder a oportunidade.

 

Outro fator apontado pelos analistas da GlassNode foram os efeitos devastadores da pandemia do novo coronavírus em ações de bolsas e em toda a economia global. Enquanto os índices tentam se recuperar, Bancos Centrais estão imprimindo dinheiro fiduciário a rodo, aumentando a possibilidade de um cenário inflacionário. Enquanto isso, o Bitcoin, por ter uma emissão estipulada em 21 milhões de unidades, não corre esse risco.

 

Mais uma vez, a escassez e descentralização da criptomoeda de referência hoje é uma resposta a todas as complicações que o sistema financeiro tradicional apresenta ao mundo atual.

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