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Você ainda guarda seu dinheiro na poupança do banco?

Você ainda guarda seu dinheiro na poupança do banco?

Quando falamos em guardar dinheiro para uma emergência ou futuro, a grande maioria dos brasileiros pensa logo naquela poupancinha do banco, com um cartãozinho de débito à disposição, uma conta sem taxas e até um rendimento mensal de lambuja. Realmente, esse tipo de reserva de valor é bastante famoso e eficaz. Afinal, seu dinheiro está segurado por uma instituição financeira e acessível sempre que você precisar.

 

Mais recentemente, a poupança ficou ainda mais popular e ganhou novos adeptos, já que com a redução da taxa Selic pelo Banco Central, a modalidade ficou mais vantajosa para aqueles que esperam um dinheiro mais gordinho no final do mês. Só neste primeiro semestre de 2020, o volume de entrada, em comparação com o de saída, bateu recorde. Só em junho, R$ 20,5 bilhões foram depositados na poupança.

 

Embora pareça sensacional, esse cenário se quebra todinho quando pensamos em uma reserva que promova uma rentabilidade justa e acompanhe, minimamente a inflação do mercado. Ainda mais se considerarmos que a poupança rende 70% da taxa básica de juros.

 

Ao considerar uma média de rendimentos da aplicação – não a fórmula diária –, a poupança rendeu aos brasileiros, em média, 2,5% nos primeiros seis meses do ano. Nada mal, né? Mas, enquanto isso, quem optou por colocar parte de suas reservas no Bitcoin teve um retorno de 72,99%. Isso corresponde a 29 vezes o rentabilizado pela poupança tradicional e o dobro do que o dólar, um dos ativos mais confiáveis e famosos do mundo.

 

Para o final do ano, se a taxa Selic se mantiver nos 2,25% atuais, a poupança deve gerar um retorno anual de 1,575%. Se o Bitcoin mantiver seus patamares atuais do começo de julho até 2020, a projeção é de a criptomoeda seja 46 vezes mais vantajosa.

 

Que tal repensar um pouco a ideia da poupança, hein?

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