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Ouro e Bitcoin estão cada vez mais próximos

Ouro e Bitcoin estão cada vez mais próximos

Desde o início do mundo civilizado, o ouro sempre teve um valor muito importante para a sociedade. Hoje, ele possui um status bastante forte de reserva de valor. Ou seja, o metal se apresenta como um ativo bastante sólido, com baixíssimo risco de quebra, em que, mesmo com oscilações do mercado, seu valor sofrerá poucos impactos. Um dos pontos que o faz ser tão poderoso é sua escassez no mundo e universalização. Hoje, há um ativo com características bem semelhantes.

 

Quando lançado, em 2009, o Bitcoin estava longe de ser visto como uma reserva de valor. Ao contrário! Quase ninguém conhecia sequer o termo criptomoeda. Com o passar o tempo, ele foi ganhando mais espaço e atenção das pessoas até atingir o patamar atual no mundo. Entre as características que chamam a atenção do Bitcoin é sua aceitável de forma global e também a escassez, já que apenas 21 milhões de unidades foram emitidas, sem a possibilidade de novas moedas serem produzidas. Isso lembra alguma coisa? Sim, o ouro!

 

Desde 2015 mais ou menos, já existiam pessoas que aproximavam o metal da criptomoeda, dizendo que o Bitcoin seria o ouro digital, por possuir essas características semelhantes. Agora, com o cenário pandêmico da coronavírus e os impactos agressivos nas economias globais, a relação entre esses dois ativos está cada vez maior.

 

Segundo um relatório da Coin Metrics, a correlação de desempenho entre ouro e Bitcoin nunca passou de 0,5 – sendo 1 o nível máximo de correlação. Porém, após o início da pandemia do COVID-19, ambos apresentaram quedas em seus valores, porém, se recuperaram rapidamente, enquanto o mercado tradicional segue pedindo socorro e soma perdas diariamente.

 

Porém, ao final de abril, a o levantamento mostra que essa força em se levantar rapidamente aproximou o Bitcoin do ouro. O nível de correlação, de acordo com a Coin Metrics, atingiu um valor histórico, acima de 0,6.

 

O texto destaca também que esse poder de se levantar, em “uma análise mais detalhada do Bitcoin e do ouro, fornece algumas evidências de que a narrativa – BTC como um ativo refúgio (reserva de valor) – está intacta e poderia ser mais forte do que nunca”.

 

Para se ter uma ideia, em apenas dois dias, o Bitcoin chegou a perder 50% de seu valor. Foi preciso menos de dois menos para o ativo se recuperar totalmente. Bolsas de valores em todo o mundo, por outro lado, estão longe de algo assim. Ao contrário, só o IBOVESPA, índice brasileiro, acumula retração de mais de 30% no ano.

 

Mais um fato histórico que mostra a força do Bitcoin como um ativo seguro e sólido, mesmo em momentos de bastante estresse social!

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